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COMO USAR · GUIA CANÔNICO

Como usar o AIMA 2.0.

Este é o guia único de onboarding do método — da primeira decisão até o Analisador de Mudanças. As demais páginas do site linkam para cá em vez de repetir este conteúdo.

01 · O QUE É O AIMA

Um sistema de decisões, não uma lista de ferramentas.

AIMA 2.0 ajuda profissionais e organizações a transformar contexto, riscos e evidências em estratégias de Qualidade mais explícitas, rastreáveis e confiáveis. O princípio central: menos achismo, mais inteligência — IA amplia a capacidade de decisão do profissional de Qualidade, mas não substitui pensamento crítico.

02 · QUANDO USAR

Antes de decidir, não depois.

03 · COMO USAR EM 5 MINUTOS

Leia por decisão, não por sequência.

01

Nomeie a decisão

Escreva o que precisa ser decidido e qual resultado deve ser protegido.

02

Consulte o léxico

Alinhe os termos que sustentam a conversa e torne diferenças explícitas.

03

Escolha um framework

Use a pergunta e a incerteza para selecionar somente a estrutura necessária.

04

Registre evidências

Associe sinais ao risco, declare incertezas e evite métricas de vaidade.

05

Feche o ciclo

Defina ação, responsável, prazo e como o resultado será revisado.

04 · UM EXEMPLO PRÁTICO

Uma mudança simples, aplicada aos 5 passos.

EXEMPLO

Mudança em src/payments/authorization.js, impacto de negócio médio, complexidade técnica média, uma incerteza declarada: "resultado de teste de regressão não fornecido".

01–02 · NOMEIE E ALINHE

A decisão é "podemos liberar esta mudança de autorização de pagamento?". O termo-chave a alinhar é risco: o que pode comprometer valor e confiança aqui.

03 · ESCOLHA

Como o arquivo toca autorização, o sinal de risco financeiro/segurança é relevante — um framework como o Risk Strategy Map ajuda a estruturar controles.

04 · REGISTRE

A incerteza sobre teste de regressão é declarada, não escondida — ela entra explicitamente na análise em vez de ser assumida como "provavelmente ok".

05 · FECHE

A decisão registrada tem responsável, prazo e critério de revisão — não termina só com "parece seguro".

05 · O ANALISADOR DE MUDANÇAS

O mesmo exemplo, executado pelo motor determinístico.

O Analisador de Mudanças aplica o passo 3–5 automaticamente: recebe a mudança declarada (como no exemplo acima) e devolve riscos, um framework executável sugerido, estratégia de verificação e as incertezas que continuam em aberto — tudo calculado localmente no seu navegador, sem enviar nada a um servidor.

06 · COMO INTERPRETAR O RESULTADO

Quatro elementos, nessa ordem.

RECOMENDAÇÃO

Na política padrão atual, o motor produz GO WITH RISKS ou NO-GO. GO faz parte do vocabulário de recomendação e pode ser usado por outras políticas, mas não é emitido pela política padrão atual — sempre um ponto de partida para revisão humana, nunca uma aprovação automática de release.

QUALITY CONFIDENCE

Indicador experimental apresentado numa escala de 0 a 100, calculado a partir do maior risco conhecido e das incertezas declaradas. Não é probabilidade nem aprovação automática de release.

FRAMEWORK EXECUTÁVEL SUGERIDO

O framework machine-readable que o motor usou para montar a estratégia — um subconjunto da biblioteca pública de 20 frameworks editoriais, não a lista inteira.

O QUE AINDA NÃO SABEMOS

As incertezas (UNKNOWN) que você declarou continuam explícitas no resultado — elas nunca viram evidência automaticamente.

07 · ONDE APROFUNDAR

Do exemplo para o método completo.

08 · LIMITES ATUAIS

O que o AIMA 2.0 não afirma.

Origem e evolução: o AIMA nasceu como Análise → Impacto → Metrificação → Apresentação (ver o artigo original na Thoughtworks). O AIMA 2.0 evolui esse núcleo para Contexto → Risco → Evidência → Decisão → Ação → Aprendizado — a mesma preocupação com indicadores que sustentam decisão, aplicada a um ciclo mais completo.